terça-feira, 4 de junho de 2013





Touro


taurinos 
herdeiros do rei tolo 
que certa feita foi punido com dolo
ao tentar 
sobre o deus do mar uma peça aplicar
quando contestado
foi minos de creta 
sobre a horigem incerta
de sua acenssão
clamou ao deus do mar que lhe estendesse a mão
netuno então lhe prometeu
lhe mandaria um touro seu
que depois de atestar
que minos de via reinar 
seria sacrificado
para ao mar poder retornar
mas como todo bom taurino
minos desobedeceu
encantado com a beleza 
do animal que se lhe deu
resolveu este ocultar
e outro mandar queimar
mas poseidon percebeu
e o touro enlouqueceu
sendo mais tarde vencido
por heracles 
em trabalho seu
e morto foi em maraztona
pelo heroi que foi teseu
voltando aos bons taurinos
os ciumentos sangue bons
teimosos e bons-vivants
estão sempre a acumular
querendo sempre obter
uma mansa vida levar






Anderson Lubar

Aries



teimosa,agitada,arteira e mal criada
quem assim fala da pequena 
ariana desejada
por seus pais tão esperada
não conhece de camila a essencia
não entende a imprudencia 
de com aries se brincar
signo das chamas de poder
que nasceu parar crecer
e aos outros dominar
meus caros acreditem
que de nada vai valer 
com a cabra se bater
aquela que a Zeus 
amamentou
que fartura dela retirou
e mudou todo um curso
de um mito tão proscrito
hoje não se da antenção  
mas assim deveria ser
pois evoluir não esquecer
esse é e sempre sera nosso dever



                                                                                                Anderson Lubar

domingo, 2 de junho de 2013

Trevas




Trevas


nas trevas me encontrava
não sabia onde olhar
mas era uma noite estrelada
onde podia andar
ma que fazer
onde ir ?
só poucas coisas restavam
que me forçavam a lutar
eram as estralas brilhantes
guiando meu caminhar
mas então você veio
e dia a noite tornou
aqueceu meu frio
e o amor me ensinou
meu mundo triste alegrou 
e me levou mais alem
mas oque é bom dura pouco 
e então você sumiu
me deixando cego e louco
pois minhas estrelas 
levou

Anderson Lubar

A morte









A Morte


diretamente da névoa 
e atravez dos doze selos
a donzela observa 
a grande fera que a espreita
negra com a propria morte
grande maior que sua sorte
os dentes manchados
de um intenso vermelho
o chão empapado 
de sangue

na neblina se oculta
ma sente o bafejar
correr não adianta
isso só vai adiar

o demônio cachorro 
encontrou sua presa
dela sentiu o cheiro
e não vai esquecer

o desejo nos olhos 
a faz desfalecer
sem ter pra onde ir 
só lhe resta...



Anderson Lubar